Confira os últimos artigos de Paula Sauer

CFP® Professional Magazine IBCPF : Por que é tão difícil falar em dinheiro??

Conversar sobre dinheiro é delicado. Para muitas pessoas, não importa o gênero, a profissão, religião ou classe social falar sobre a condição financeira é quase um tabu, traz consigo o proibitivo, causa constrangimento e até desconforto. Se você de alguma maneira já se viu nesta situação, saiba que este desconforto é bastante comum, e por motivos que a maioria de nós, nem imagina.

Para o profissional que trabalha com finanças pessoais é imperativo entender este paradigma para ganhar a confiança do outro e entender a si próprio.

Pelo olhar da economia o dinheiro, que tem como uma de suas funções ser o intermediário na troca de mercadorias, também é tido como instrumento de acumulação de riquezas e ainda unidade de conta. Sob o aspecto da sociologia, um dos pontos que chama a atenção é que a quantidade possuída de dinheiro pode classificar socialmente as pessoas e o que em alguns casos evidencia desigualdades sociais.

Indo além, “O dinheiro tem uma variedade de complexos significados psicológicos: pode ser equiparado ao sucesso ou ao fracasso, aceitação social, segurança, amor ou liberdade. Há terapeutas que se especializaram em tratar distúrbios relacionados com o dinheiro; eles relatam que algumas pessoas até se sentem culpadas com o seu sucesso e deliberadamente fazem maus investimentos para reduzir este sentimento”[1].

Provavelmente para muitos de nós, consciente ou inconscientemente, o dinheiro compra mais que bens e serviços, compra liberdade, felicidade, amor, respeito, amizades, autoestima, beleza, poder entre outras coisas, e a escassez de recursos parece acentuar todas estas crenças e valores. Ficar sem dinheiro, de alguma forma representa perder todas estas “posses” simbólicas adquiridas com recursos financeiros.

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Preço do combustível é preocupação ao governo, diz professora | MONEY NEWS

Quase 10 minutos na CNN, tô com moral hein!

A esperada redução dos subsídios nos preços dos combustíveis começaram hoje.

O preço do barril do brent já está quase no nível anterior ao conflito, apesar de não ser uma queda linear. Um drone, um foguete, uma bomba no lugar errado pode por todo o acordo de paz por água abaixo e os preços do petróleo disparar novamente.

E se disparar? Se disparar… ferrou geral, aumenta o preço de tudo, temos inflação, aumento da taxa de juros, queda na índice de confiança do consumidor, do empresário… um efeito dominó nada desejável.

Entrevista para CNN Money.

Perspectivas para a economia no próximo ano

Ano de eleição é “previsivelmente irracional”. Volátil, emocional, mas algumas coisas podemos esperar da Economia para 2026.

Entrevista para CBNC.
Fonte: YouTube
https://lnkd.in/diP-aNeB

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A crise está ensinando o varejo a perder menos

Durante anos, vender mais foi uma das principais respostas do varejo para melhorar resultados. Em um ambiente de juros elevados, consumo mais seletivo e margens pressionadas, porém, aumentar o faturamento já não é suficiente. O setor passou a olhar com mais atenção para o que acontece entre a compra do produto e o resultado que efetivamente fica no caixa.

Para Paula Sauer, professora da FIA Business School, a mudança começa pela identificação dos chamados “vazamentos” da operação. Segundo ela, o varejo perdeu R$ 36,5 bilhões em 2025, o equivalente a 1,57% de tudo o que o setor faturou. Entre os principais pontos estão quebra operacional, ruptura e capital parado.

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Casas Bahia, Habib’s, Braskem: o que está por trás da onda de recuperações em 2026

Juros altos, crédito restrito, dívidas acumuladas e mudanças no consumo estão entre os fatores que levaram empresas de diferentes setores a buscar proteção da Justiça para reorganizar as finanças.

Só nesta semana, duas grandes empresas recorreram à Justiça para reorganizar suas dívidas. O Grupo Gennius, dono das redes Habib’s, Ragazzo e Tendall, pediu recuperação judicial. Já a petroquímica Braskem protocolou pedido de recuperação extrajudicial.

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